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Mitos e verdades sobre a proteção solar
 
Confira o resultado de pesquisa realizada pela SUNDOWN®

Edição: Marisa De Lucia

O uso do protetor solar ainda está muito atrelado a atividades ao ar livre, 
dias ensolarados e calor. Pensando nisso, SUNDOWN®, marca de amor e 
proteção de sol a sol, realizou uma pesquisa¹ em parceria com o IBOPE 
Inteligência® para entender melhor sobre a percepção que as brasileiras 
têm quanto ao uso de proteção solar e também sobre seus hábitos. 



O estudo identificou que 35% das mulheres dizem aplicar filtro solar em 
seus filhos somente quando realizam atividades em ambientes externos e 
propensos à exposição, como praia ou piscina. Além deste dado, a pesquisa 
mostra outros temas que despertam dúvidas quando o assunto é proteção solar. 

Confira quais são eles:

Não é necessário usar filtro solar no Inverno e em dias nublados. 

Mito. O uso do protetor solar deve fazer parte de um hábito diário da 
população em todas as estações do ano. Cerca de 67% dos brasileiros não 
percebem a relevância do uso de protetor solar por várias razões, entre elas a 
associação do uso do produto apenas a situações de exposição intencional ao 
sol e pela dificuldade de lidar com o benefício a longo prazo da fotoproteção, 
como a prevenção do câncer de pele, de manchas e do fotoenvelhecimento 
em confronto com o não reconhecimento do seu benefício a curto prazo.

As queimaduras relacionadas à exposição solar são acumulativas e podem 
causar danos a longo prazo.

Verdade. O potencial cancerígeno da R-UV é cumulativo. Quanto maior o 
tempo acumulado de exposição, maior é o risco de desenvolvimento de câncer 
de pele. A exposição solar desprotegida antes dos 18 anos é responsável 
por 50% a 80% dos danos da exposição acumulada à R-UV na vida de um 
indivíduo.² A incidência de câncer de pele não-melanoma pode ser reduzida em 
78% com o uso regular de fotoprotetores durante os 18 primeiros anos de vida.

Não é preciso reaplicar o protetor solar ao longo do dia.

Mito. O ideal é que o protetor solar seja aplicado cerca de 30 minutos 
antes da exposição ao sol, para que seja absorvido pela pele antes de receber 
radiação solar. Mas ao longo do dia, a pessoa transpira, se mexe e passa a mão 
no rosto. Portanto, recomenda-se que o protetor seja reaplicado de duas em 
duas horas e no corpo inteiro se a pele estiver exposta continuamente ao sol. 
Caso não haja exposição constante, o ideal é reaplicar o protetor no corpo 
duas ou três vezes por dia.

 A quantidade de produto é essencial para garantir a proteção adequada.

Verdade. A quantidade de produto aplicada no corpo também é essencial 
para garantir a proteção adequada. O filtro deve ser aplicado na quantidade de 
2mg/cm², aproximadamente 45mg em um adulto. Pode-se também usar o método da 
colher de chá: 1 colher de chá para o rosto, pescoço e cabeça; 2 colheres de 
chá para os braços e antebraços, 4 colheres de chá para coxas e pernas e 2 
colheres de chá para frente e trás do torso.

Quanto mais alto o FPS, maior a eficácia.

Verdade. A eficácia do filtro solar está diretamente relacionada à 
quantidade de produto que é aplicada no corpo e à quantidade de reaplicações 
ao longo do dia. Na maior parte das vezes, a pessoa não aplica a quantidade 
correta que garante a eficácia do produto. Em geral, os consumidores usam 
metade ou um terço da quantidade correta. Usar a quantidade inferior a ideal 
prejudica muito a proteção da pele em relação aos danos causados pelo sol.
 
Índice de raios solares é diferente na praia e na cidade.

Mito. Estudos meteorológicos comprovam que o índice ultravioleta (IUV) 
não tem relação direta com a temperatura que medimos e sentimos. É equivocado 
o pensamento de que se a cidade tem um clima mais ‘ameno’, terá índices 
menores de R-UV do que a região litorânea. O acompanhamento técnico e 
constante das medidas de R-UV em algumas capitais demonstra que, no Verão em 
São Paulo, por exemplo, as medidas de R-UV podem ser até superiores às de 
regiões litorâneas. 
 
 
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